Introdução ao estudo da doutrina espírita - I
**I** Para se designarem coisas novas são precisos termos novos. Assim o exige a clareza da linguagem, para evitar a confusão inerente à variedade de sentidos das mesmas palavr...
**I** Para se designarem coisas novas são precisos termos novos. Assim o exige a clareza da linguagem, para evitar a confusão inerente à variedade de sentidos das mesmas palavr...
**II** Há outra palavra acerca da qual importa igualmente que todos se entendam, por constituir um dos fechos de abóbada de toda doutrina moral, e por ser objeto de inúmeras co...
**III** Como tudo que constitui novidade, a **doutrina espírita** conta com adeptos e contraditores. Vamos tentar responder a algumas das objeções destes últimos, examinando o...
**IV** Se os fenômenos com que nos estamos ocupando houvessem ficado restritos ao movimento dos objetos, teriam permanecido, como dissemos, no domínio das ciências físicas. Ass...
**V** Reconheceu-se mais tarde que a cesta e a prancheta não eram, realmente, mais do que um apêndice da mão; e o médium, tomando diretamente do lápis, se pôs a escrever por um...
**VI** Conforme notamos acima, os próprios seres que se comunicam se designam a si mesmos pelo nome de *Espíritos* ou *gênios*, declarando, alguns, pelo menos, terem pertencido...
**VII** Para muita gente, a oposição das corporações científicas constitui, se não uma prova, pelo menos forte presunção contra o que quer que seja. Não somos dos que se insurg...
**VIII** Acrescentemos que o estudo de uma doutrina, qual a doutrina espírita, que nos lança de súbito numa ordem de coisas tão nova quão grande, só pode ser feito com utilidad...
**IX** O movimento dos objetos é um fato incontestável. A questão está em saber se, nesse movimento, há ou não uma manifestação inteligente e, em caso de afirmativa, qual a ori...
**X** Entre as objeções, algumas há mais sedutoras, ao menos na aparência, porque tiradas da observação e feitas por pessoas sérias. A uma delas serve de base a linguagem de...
**XI** Esquisito é, acrescentam, que só se fale dos Espíritos de personagens conhecidas e perguntam por que são eles os únicos a se manifestarem. Há ainda aqui um erro, oriundo...
**XII** Um fato demonstrado pela observação e confirmado pelos próprios Espíritos é o de que os Espíritos inferiores muitas vezes usurpam nomes conhecidos e respeitados. Quem p...
**XIII** As observações que aí ficam nos levam a dizer alguma coisa acerca de outra dificuldade, a da divergência que se nota na linguagem dos Espíritos. Diferindo estes muito...
**XIV** Passaríamos de leve pela objeção que fazem alguns céticos, a propósito das faltas ortográficas que certos Espíritos cometem, se ela não oferecesse margem a uma observaç...
**XV** Há também pessoas que veem perigo por toda parte e em tudo o que não conhecem. Daí a pressa com que, do fato de haverem perdido a razão alguns dos que se entregaram a es...
XVI Resta-nos ainda examinar duas objeções, únicas que realmente merecem este nome, porque se baseiam em teorias racionais. Ambas admitem a realidade de todos os fenômenos mate...
**XVII** O ceticismo, no tocante à doutrina espírita, quando não resulta de uma oposição sistemática por interesse, origina-se quase sempre do conhecimento incompleto dos fatos...