Primeira parte — Doutrina > Capítulo I — O futuro e o nada
Capítulo I — O futuro e o nada 1. Nós vivemos, pensamos, agimos, o que é positivo; morremos, não é menos certo. Mas ao deixar a Terra, para onde vamos? O que nos tornamos? Fi...
Capítulo I — O futuro e o nada 1. Nós vivemos, pensamos, agimos, o que é positivo; morremos, não é menos certo. Mas ao deixar a Terra, para onde vamos? O que nos tornamos? Fi...
Capítulo II — Da apreensão diante da morte Causas da apreensão diante da morte. 1. O homem, seja qual for o grau da escala a que pertença, desde o estado de selvageria, te...
Capítulo III — O céu 1. A palavra *céu* aplica-se em geral ao espaço indefinido que circunda a terra, e mais particularmente à parte que fica acima de nosso horizonte; vem do...
Capítulo IV — O inferno Intuição das penas futuras. 1. Em todos os tempos o homem acreditou, por intuição, que a vida futura devia ser bem-aventurada ou desventurada em raz...
Capítulo V — O Purgatório 1. O Evangelho não faz nenhuma menção ao **purgatório**, que só foi admitido pela Igreja no ano de 593. É seguramente um dogma mais racional e mais...
Capítulo VI — Doutrina das penas eternas Origem da doutrina das penas eternas. 1. A crença na **eternidade das penas** perde a cada dia tanto terreno que, sem ser profeta,...
Capítulo VII — As penas futuras segundo o Espiritismo **A carne é fraca:** **Estudo fisiológico e moral.** Há tendências viciosas que são evidentemente inerentes ao Espírit...
Capítulo VIII — Os anjos Os anjos segundo a Igreja. 1. Todas as religiões tiveram, sob diversos nomes, **anjos**, ou seja, seres superiores à humanidade, intermediários ent...
Capítulo IX — Os demônios Origem da crença nos demônios. 1. Os demônios desempenharam, em todas as épocas, um grande papel nas diversas teogonias; embora consideravelmente...
Capítulo X — Intervenção dos demônios nas manifestações modernas 1. Os fenômenos espíritas modernos chamaram a atenção para os fatos análogos que ocorreram em todas as épocas,...
Capítulo XI — Da proibição de evocar os mortos 1. A Igreja não nega absolutamente o fato das manifestações; ela admite-as todas, ao contrário, como se viu nas citações precede...