As predições > Capítulo XVII — Predições do Evangelho > Morte e paixão de Jesus
Morte e paixão de Jesus.
- (Após a cura do lunático) — Todos ficaram admirados do grande poder de Deus. E, estando todos presa de admiração pelo que Jesus fazia, disse ele a seus discípulos:
Guardai bem nos vossos corações o que vos vou dizer. O Filho do homem tem que ser entregue às mãos dos homens.
— Eles, porém, não entendiam essa linguagem; ela lhes era de tal modo oculta que nada compreendiam daquilo e temiam mesmo interrogá-lo a respeito. (S. Lucas, 9:44–45.)
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A partir de então, começou Jesus a revelar a seus discípulos que tinha de ir a Jerusalém; que aí tinha de sofrer muito da parte dos senadores, dos escribas e dos príncipes dos sacerdotes; que tinha de ser morto e de ressuscitar ao terceiro dia. (S. Mateus, 16:21.)
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Estando na Galileia, disse-lhes Jesus:
O Filho do homem tem que ser entregue às mãos dos homens; — estes lhe darão morte e ele ressuscitará ao terceiro dia,
o que os afligiu extremamente. (S. Mateus, 17:21–22.)
- Ora, indo Jesus a Jerusalém, chamou de parte seus doze discípulos e lhes disse:
Vamos para Jerusalém e o Filho do homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes e aos escribas, que o condenarão à morte — e o entregarão aos gentios, a fim de que o tratem com zombarias, o açoitem e crucifiquem; e ele ressuscitará ao terceiro dia.
(S. Mateus, 20:17–19.)
- Em seguida, tomando de parte os doze apóstolos, disse-lhes Jesus:
Eis que vamos a Jerusalém e tudo o que os profetas escreveram acerca do Filho do homem vai cumprir-se — porquanto ele será entregue aos gentios, zombarão dele, açoitá-lo-ão e lhe escarrarão no rosto. — Depois que o tiverem açoitado, matá-lo-ão e ele ressuscitará ao terceiro dia.
Mas, eles nada compreenderam de tudo isso; aquela linguagem lhes era oculta e não entendiam o que ele lhes dizia. (S. Lucas, 18:31–34.)
- Ora, tendo concluído todos esses discursos, Jesus disse a seus discípulos:
Sabeis que a Páscoa se fará daqui a dois dias e que o Filho do homem será entregue para ser crucificado.
Ao mesmo tempo, os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo se reuniram na corte do sumo-sacerdote chamado Caifás — e entraram a consultar-se mutuamente, à procura de um meio de se apoderarem habilmente de Jesus e de fazê-lo morrer. — Diziam:
É absolutamente necessário que não seja durante a festa, para que não se levante qualquer tumulto no seio do povo.
(S. Mateus, 26:1–5.)
- No mesmo dia, alguns fariseus vieram dizer-lhe:
Vai-te, sai deste lugar, pois Herodes quer dar-te à morte.
— Ele respondeu:
Ide dizer a essa raposa: Ainda tenho que expulsar os demônios e restituir a saúde aos doentes, hoje e amanhã; no terceiro dia, serei consumado.
(S. Lucas, 13:31–32.)
